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DR. VISMÁRIO VICE DE PIVA EM VARGINHA: “NA SAÚDE PÚBLICA, ATENÇÃO BÁSICA ESTÁ EM PRIMEIRO LUGAR”.

setembro 17th, 2020 · No Comments · Sem categoria

Vejam a comparação simples, mas eficiente, feita pelo Dr. Vismário Freitas sobre a Saúde. Foi mais ou menos assim.
–  Se alguém tem um automóvel e ele apresenta algum problema por menor que seja, esse alguém vai ao mecânico que corrige o defeito cobrando -ou talvez nem cobrando- para avaliar o problema.

Mas se o mesmo sujeito tiver o mesmo carro e o veículo vai apresentando defeitos sem que seja avaliado pelo mecânico, por fim vai estar em péssimas condições e quando levado à oficina, a conta vai ser alta e talvez tenha que trocar várias peças para continuar funcionando. O resultado é que o veículo não mais terá peças originais, nunca mais vai funcionar do jeito que era, e além disso, para consertá-lo depois de muito avariado, gastou-se um dinheirão.

Dinheiro que poderia estar sendo utilizado para outras coisas se o dono do automóvel o tivesse levado ao mecânico para uma avaliação logo que notou o primeiro defeito.

– Na saúde é assim, me disse Dr. Vismário. E na saúde pública, os cuidados devem ser maiores ainda.
Há algumas semanas fiz uma longa entrevista com o médico cardiologista Dr. Vismário Freitas, na antevéspera de ser indicado o companheiro de chapa de Zacarias Piva para concorrer à sucessão municipal. E como não poderia deixar de ser, a tônica deste novo contato com o Dr. Vismário foi a Saúde, nicho da profissão do destacado médico.
PREVENÇÃO COM A ATENÇÃO BÁSICA.
– A prevenção através do atendimento básico no caso da Saúde Pública, evita danos maiores à saúde das pessoas, gastos desnecessários e a superlotação dos hospitais bem como o excesso de serviço dos profissionais da saúde. Portanto, essa ação esvazia os hospitais e causa economia aos cofres públicos tornando mais eficiente o trabalho dos agentes que atuam no setor.
Dr. Vismário porém enfatiza uma nuance muito importante. Sem poder recorrer à medicina privada, o cidadão ou a cidadã depende dos postos de saúde para a primeira avaliação de seus males quando detectados. Males que às vezes nem existem e não passa de uma preocupação -normal- das pessoas com o seu bem estar físico. Mas males, que se os tiverem, serão imediatamente diagnosticados, aliados e cuidados.
Mas para que isso aconteça, segundo ele, é necessário que o poder público, no caso a prefeitura, disponibilize estas instituições primárias para toda a população, em quantidade necessária em qualidade, em acesso rápido e eficiente.
– Por isso, minha maior preocupação em relação à saúde pública varginhense é com a extensão dos atuais programas de atendimento primário e imediato como o PSF e o PAD e o incremento destes atendimentos tão importantes com outros projetos e muitas idéias que temos.
FIM DA BUROCRACIA
A principal delas conforme é a de acabar com a burocracia melhorando a logística da saúde pública do município.
– Quando a pessoa está doente do espírito e da alma ela geralmente procura um padre. Quando o problema é de saúde essa pessoa procura um médico. O profissional da medicina ali é para ela como um anjo protetor. O médico, o enfermeiro, enfim, o agente de saúde. Principalmente para as pessoas mais simples, sem meios de locomoção, mais necessitadas.
– Veja vem! Uma senhora que precisa de atenção médica sai lá do seu bairro, deixa a sua casa, adia suas tarefas domésticas, deixas às vezes seus filhos com a vizinha ou com algum parente para buscar o Posto de Saúde mais perto, quando há. Ela que às vezes vai dormir de madrugada depois de cumprir a última tarefa doméstica e ver que tudo está bem, terá que acordar bem cedinho, fazer o café do marido e dos filhos, e ir em busca de atendimento médico. E aí, depois de gastar talvez seu único dinheiro para pagar o caro e ineficiente transporte, tem que aguardar numa fila o momento em que talvez será chamada, e muitas a decepção e a raiva é tanta porque as ‘senhas acabaram’.
– E ela tem que retornar à sua casa mais debilitada ainda porque além do problema de saúde, volta com a desesperança pois já não acredita mais nas autoridades do seu município. Sem que médicos, enfermeiros ou atendentes tenham alguma culpa porque não são eles, mas sim, os gestores municipais que formulam a política de saúde dos municípios.
E quando pensamos que são pessoas como aquela senhora tão humilde e tão carente, aqui no exemplo, uma guerreira que cuida de uma grande família com todo o carinho e afeição, que paga os salários do prefeito, do secretário de saúde e de todo o aparato da saúde pública do seu município através dos impostos que deixa no supermercado, no banco e na lotérica ao pagar as contas de água e luz, na farmácia ao comprar o remédio, temos que pensar:
– Alguma coisa está errada. Aliás, muita coisa está errada.
Aquela senhora assim como todos e todas que buscam um posto de saúde, devem ter o atendimento imediato para que seja avaliada (o) se detectado algum problema médico, ser tratado imediatamente para evitar -e é isso que quero mostrar- que mais tarde vá ocupar uma UTI de um hospital público, quando poderia estar alegre e feliz junto de sua família, livre do mal que começou a acometê-la lá atrás.
– Veja que não temos reclamações contra hospitais, mas sim contra a forma de atendimento, a demora, a falta de medicamentos, a falta de profissionais nos Postos de Atendimento nos bairros, que é uma coisa impressionante aqui em Varginha.
RESTRUTURAÇÃO DE SETOR
Dr. Vismário Camargos de Freitas é médico cirurgião cardio vascular, fundador do Instituto de Intervenção Cardiovascular – MinasCardio e tem forte atuação na área da saúde com demandas na área social. É um dos médicos mais admirados e benquistos da medicina mineira. Responsável por construir uma sólida carreira em Varginha e região, exerce papel fundamental na sua especialidade. Profissional munido de reconhecida capacidade, Dr. Vismário é membro da Sociedade Brasileira de Angiologia. É também membro Sociedade Brasileira de Cardiologia e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardíaca. Participou e participa de conferências e simpósios médicos nacionais e internacionais. É viajado e conhece a realidade de muitos países. Experiências que podem ser tiradas para serem implantadas em Varginha conforme ele.
E é com todos estes predicados que ele aceitou a tarefa de compor a chapa da coligação VARGINHA MODERNA PARA O MUNDO NOVO com seu colega Zacarias Piva como pré-candidato a vice-prefeito.
– Nós que trabalhamos do lado de cá, muitas vezes vemos como deveria ser, como deveriam agir, mas infelizmente, como disse, estamos do lado de cá. Minha grande preocupação como médico é o Atendimento Básico à saúde. Hoje tudo caminha numa velocidade impressionante. Tudo muda de uma hora para outra e basta vermos o desarranjo que causou essa pandemia do Coronavírus. Por isso, mais do que outros setores, a Saúde Pública deve caminhar com as transformações, com a modernidade.
– Hoje ainda vemos Varginha tratar a saúde Pública de um jeito antigo. Lento e deficiente. Acho que o setor precisa de uma reestruturação total. Não é possível como já expliquei antes, que aquela senhora que paga seus impostos, o IPTU de sua casa, recolhe o dinheiro da taxa de água e luz, que cumpre todos os seus deveres de cidadã, tenha dificuldades de ser atendida num PSF lá do seu bairro com a rapidez e a eficiência que deveria haver.
– Acho que falta empenho, falta determinação, falta decisões fortes e ousadas, e no entanto sensíveis e eficientes.
É por isso que aceitei compor com o Zacarias, esta chapa para disputar a Prefeitura de Varginha. Meu companheiro de chapa será um grande prefeito se a população fizer seu reconhecimento a ele. Chegou aqui garoto, trabalhando em construções e revolvendo massa para reboco, carregando tijolos e telhas nos ombros. De uma família numerosa, filho de gente pobre, no entanto buscou um espaço na sociedade, estudou com dificuldade, pagou seus estudos ajudando a levantar casas e prédios, e hoje é um advogado reconhecido e aplaudido. Como cidadão constituiu uma belo clã que brevemente terá um médico na família que é o Dr. Hugo. Além de outros filhos que seguem a mesma trilha.
Como vereador foi eficiente, determinado e sempre usou o bom senso sem no entanto ser acomodado. Seu maior feito quando presidente da Câmara foi doar ineditamente alguns milhões de reais da dotação do Legislativo para os Hospitais Bom Pastor e Regional em momentos difíceis que estavam passando, e que aliás ainda estão. Deixou ainda como herança de sua conduta eficaz a lei Piva, que criou um royaltie pago mensalmente pela Copasa ao Fundo de Saneamento Municipal de cuja rubrica sai o dinheiro paras as obras de saneamento que são e estão sendo construídas na cidade, folgando o erário público.
Isso tudo pesou na minha avaliação e quando conversei com ele, confesso até rapidamente, disse do meu sonho de reestruturar modernizar o setor de Saúde Pública e fazer uma completa reestruturação no Atendimento Básico da cidade, ele -caso venhamos a ser vitoriosos na nossa empreitada- me disse: – Saúde é com o senhor Dr. Vismário. Terá não somente o meu aval mas também a minha torcida porque nossos ideais são comuns.
E é assim Jota, que penso a Saúde Pública Municipal. As pessoas sendo tratadas como donas da cidade, sócias das nossas instituições locais porque são elas, homens e mulheres, jovens e anciãos, que financiam tudo com seus impostos e a eles os gestores têm que destinar o maior respeito. Temos que ser seus empregados. A todos devemos respeito e trabalho.
– Dando especial atenção ao atendimento básico, esvaziaremos lá na frente os hospitais, evitaremos óbitos, e a prefeitura poderá trabalhar com mais rapidez e eficácia e as famílias felizes com seus entes queridos em casa.
Pessoalmente me surpreendi com o pré-candidato a vice de Zacarias PIva. Mais que médico, o Dr. Vismário mostrou em uma entrevista anterior que fiz com ele, que é uma pessoa preparada, conhecedora de tudo o que ocorre na cidade, com vasta bagagem
na medicina assim como conhecimento amplo sobre os avanços do setor no Brasil e no mundo.
O humanismo que demonstrou ao se referir às pessoas mais simples e carentes que são a maioria da população, pessoas que vão e vem em busca de atendimento médico, mostra que a reestruturação do Atendimento Básico da Saúde Pública varginhense seja talvez o que a cidade precisa para se destacar novamente no cenário político regional.

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